Acidentes do trabalho entre trabalhadores de enfermagem de um hospital universitário*

 

The occurrence of work accidents among nursing personnel at a university hospital

 

 

Maria Cecilia Cardoso Benatti

Doutora em Enfermagem, especialista em Enfermagem do Trabalho, Professora Doutora do Departamento de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas - e-mail:denffcm@fcm.unicamp.br

 

 


RESUMO

Foi realizado um estudo descritivo com trabalhadores de enfermagem para avaliar determinados aspectos epidemiológicos dos acidentes de trabalho acontecidos. No período de 12 de janeiro a 30 de junho de 1995 foram estudados 100 acidentes do trabalho ocorridos, o que correspondem a 8,2% de incidência acumulada no período para uma população de 1.218 trabalhadores pesquisados. Como síntese o estudo reconstroi o acidente do trabalho acontecido e os múltiplos fatores de risco presentes nas condições de trabalho de trabalhadores de enfermagem de um hospital universitário.

Palavras-chave: Acidentes do trabalho. Hospitais.


ABSTRACT

A descriptive study was conducted to assess the epidemiological aspects of the work accidents that occur among nursing personnel. The study consisted of a population of 1, 218 workers and assessed 100 accidents, that corresponded to 8.2% of all accidents that took place during the period, January 1" 1995 to June 3th 1995. The summary of this study evaluates the work accidents that occur among these nursing personnel and the risk factors presented by the working conditions of a university hospital.

Keywords: Work accident. Hospitals.


 

 

1 INTRODUÇÃO

Nas instituições hospitalares brasileiras, os estu­dos sobre acidentes do trabalho, iniciados na década de 70, necessitam ainda de abordagens mais aprofundadas.

O interesse pela questão do acidente do trabalho nos hospitais aumentou com o surgimento da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) no início dos anos 80, com o temor do pessoal da saúde de contrair a doença em acidente com material potencialmente contaminado (BERGAMO; MARCELINO; GARRIDO, 1988; CARRASCAL, 1991; ROWE; GIUFFRE, 1991; YASSI; Mc, GILL, 1991; MACHADO et al., 1992).

O risco de contrair a AIDS somou-se aos grandes ris­cos já existentes no âmbito hospitalar que trazem danos potenciais ao pessoal que trabalha nele, entre os quais o da infecção hospitalar (CARVALHO; JALES, 1981; WAKA­MATSU et al., 1986); o vírus da hepatite B (FOCACCIA et al., 1986) e os acidentes radioativos (DAY, 1988).

Para agravar ainda mais os riscos que acometem o pessoal hospitalar, existe o fato de que o trabalhador no setor de saúde sofre as limitações impostas por suas próprias condições de vida e saúde (ALENCASTRE, 1983; NAKAO et al., 1986; FAVERO et al., 1987; PITTA, 1990).

Estudando a questão da saúde dos traba­lhadores de um hospital geral de 400 leitos situado na área central do município de São Paulo, PITTA (1990) assim os caracterizou: pessoal essencialmente feminino (68%) solteiro (47%), branco (64,9%), migrante (69,4%), numa faixa etária entre 25 e 40 anos, tendo cursado, majoritariamente, até o primeiro grau e tendo renda per capita de até dois salários mínimos. Esses profissionais trabalham de dez a doze horas por dia em tarefas repetitivas; consideram o trabalho "insalubre e perigoso" e têm ou tiveram problemas de saúde associados ao trabalho, em especial genitourinários (60,1%), psicossomáticos (14,6%) e osteomusculares (6,9%).

Ponderando a respeito desses dados e consi­derando a importância do tema, justificou-se realizar este estudo no universo dos trabalhadores de enfermagem de um hospital universitário de grande porte do interior do Estado de São Paulo.

 

2 OBJETIVO GERAL

Avaliar determinados aspectos epidemiológicos dos acidentes do trabalho acontecidos.

 

3 MATERIAL E MÉTODOS

3. 1 Tipo de Estudo

Estudo descritivo aplicado ao universo dos trabalhadores de enfermagem, acidentados no trabalho no primeiro semestre de 1995.

3.2 População

Foram entrevistados 100 acidentados do trabalho de uma população de 1218 trabalhadores (incidência acumulada de 8,2% de acidentes) no período analisado.

3.3 Instrumento de Coleta de Dados

Optou-se por uma entrevista estruturada utilizando formulário aplicado pela autora pessoal­mente aos trabalhadores acidentados, a medida em que os acidentes foram ocorrendo.

3.4 Aspectos Éticos

A participação dos trabalhadores foi voluntária, autorizada pela instituição analisada e foi preservado o se­gredo quanto aos identificadores individuais. Respeitou-se o Código de Ética publicado pelo Conselho Federal de Enfer­magem (1993) e que contém a Declaração de Helsinque.

 

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO

A população estudada foi constituída por 100 trabalhadores de enfermagem que sofreram acidente do trabalho. Apenas três trabalhadores foram acidentados duas vezes no período e não se identificou nexo causal entre os acidentes seqüenciais.

A distribuição dos trabalhadores de enfermagem segundo o tipo de acidente ocorrido pode ser visualizado na tabela 1.

 

 

A distribuição dos casos por categoria profissional potle ser observada examinando-se a tabela dois.

 

 

Na categoria profissional dos enfermeiros, ficou evidenciado (tabela dois) que os 7,7% acidentados não exercem cargos de direção, estando em sua totalidade em unidades de ambulatório ou de internação, exercendo funções assistenciais diretamente vinculadas ao atendimento dos pacientes.

Também foi constatado que os enfermeiros exercendo funções assistenciais foram acidentados praticamente nas mesmas proporções das outras categorias dos trabalhadores de enfermagem. Isso leva à suposição de que o conhecimento e o adestramento para o exercício de uma determinada função não são garantia de segurança no trabalho e que as condições perigosas e que provocam acidentes fogem ao controle do trabalhador independentemente de sua qualificação para o trabalho.

Quanto aos setores de trabalho do trabalhador acidentado, os dados obtidos podem ser observados examinando-se a tabela três.

 

 

Nas unidades em que se registraram os maioresíndices de acidentes, o ritmo intenso de trabalho é umaconstante e o acidente pode ser conseqüência do desgastesofrido pelo trabalhador no processo de trabalho. Em relação aos turnos de trabalho do trabalha- dor acidentado foram obtidos os seguintes resultados (tabela quatro):

 

Tabela 4 - Clique para ampliar

 

Pelo resultado da tabela quatro se verifica que o turno da tarde foi o de maior acidentalidade (13,1%). Seguiu-se o turno da manhã (6,8%) e por último o noturno (5,2%). A significativa superioridade do turno da tarde sobre os da manhã e da noite também foi encontrada por SUBERO; FERNANDEZ; CASTIEL (1987), na Espanha.

Dando seqüência à interpretação e análise dos resultados, procurou-se investigar o acidente acontecido, começando pela data da ocorrência (tabela 5).

 

 

Analisando-se os dados da tabela cinco verifica-se ocorrência menor nos dez primeiros dias do mês (27%).

A figura um apresenta a distribuição do acidente segundo o mês de Campinas, 1995.Campinas, 1995.

 

 

O mês de abril foi o de maior incidência, com 23%, seguindo-se o de março, com 21%. SILVA (1988) constatou o maior número de afastamentos por acidente no mês de maio (10,7%).

Os dias da semana em que ocorreram os acidentes podem ser visualizados na figura dois.

 

 

A distribuição dos acidentes por dia da semana mostrou que a maioria se concentrou nos dias úteis, com picos nas terças e quintas-feiras.. A menor inci­dência deu-se no sábado (5%). Esses dados parecem indicar o aumento (dias úteis) ou diminuição (fins de semana) do ritmo das atividades do hospital. O aumento do número de pacientes no domingo pode ser10 explicado pela escassez de trabalhadores na escala, o . Em trabalho anterior, BRANDI;BENATTI; ALEXANDRE (1998), no mesmo hospital,constataram o aumento dos acidentes porperfurcontantes nos dias úteis da semana. Os autorestambém verificaram que o número de acidentes nodomingo (8,7%) é o dobro doas acontecidos no sábado(4,1%) As figuras três e quatro apresentam, respecti- transcorrido após a entrada do trabalhador em serviço. vamente, o horário de ocorrência do acidente e o tempo

Esse dado vem confirmar os achados de SILVA (1988) e BRANDI; BENATTI; ALEXANDRE (1998), que demonstrara que a maior ocorrência de acidentes está relacionada com os períodos do dia em que ocorre o maior número de atividades desenvolvidas pelos trabalhadores de enfermagem, ou seja, o período diurno.

Pela figura quatro se observa que o maior número de acidentes ocorreu entre a entrada do trabalhador e a sétima hora de trabalho. Os acidentes ocorridos entre a nona e a 12° se deram com os trabalhadores do turno da noite, cuja jornada é de 12 x 36 horas.

Os acidentes acontecidos na entrada e saída dos trabalhadores somam 22% do total. Desses, 11% foram Acidentes de trajeto, 7% foram acidentes nos pátios ou corredores internos do hospital e 4% ocorreram nas unidades de trabalho.

Pela análise da figura quatro pode-se supor que são o ritmo e as condições de trabalho que submetem o trabalhador hospitalar ao risco do acidente, já que a grande maioria dos acidentes aconteceu ao longo de toda a jornada, mostrando-se com padrões próximos nas primeiras horas, no meio da jornada e nas últimas horas do trabalho. Foram encontrados dados semelhantes no estudo de SANTOS et al (1989).

Continuando a análise do acidente, procurou-se investigar o local da ocorrência (tabela seis).

 

 

Pela tabela seis verifica-se que 78% dos acidentes ocorreram durante o processo de trabalho, no desenvolvimento de atividade de cuidado ao paciente. A tabela sete apresenta em mais detalhes os acidentes segundo o local de ocorrência na unidade de trabalho.

 

 

A análise do acidente do trabalho acontecido, no que se refere à causa ou ao objeto causador do acidente, remete, por sua importância, aos acidentes ocasionados por agulhas e por outros objetos cortantes, como lâminas, seringas e tesouras (tabela oito).

Nos estudos de SANTOS; PELA (1989), SANTOS et al. (1989); SOUZA; VIANA (1993); e SILVA et al. (1995), o acidente perfurocortante também foi a primeira causa de acidente.

Em pesquisa anterior a esta e com dados colhidos em 1994, já haviam sido encontrados no mesmo hospital 46 acidentes com material perfurocortante. Uma análise comparativa mostra que os dados nos dois estudos se aproximam em resultados, já que os maiores índices de acidentes no primeiro estudo também foram por agulha e lâmina de bisturi (BRANDI; BENATTI; ALEXANDRE, 1998).

Em relação às atividades que os trabalhadores de enfermagem estavam executando no momento doacidente com material perfurocortante, foramencontrados os seguintes dados (tabela nove).

 

 

Observando-se a tabela nove, constata-se o uso abusivo de lâminas em atividades não necessárias e o abandono de material descartável, após uso, em lugares inadequados (balcões, bandejas, camas, pisos).

Dando prosseguimento à análise, foram estudadosos demais acidentes por outras causas (tabela dez).

 

 

As causas demonstradas na tabela dez sugerem que parcela significativa dos acidentes com trabalhadores de enfermagem não é específica da área hospitalar, sendo os acidentes similares aos que ocorrem na indústria: queda, queimaduras, carregamento de peso excessivo e outros.

Após o estudo da causa ou do objeto causador da lesão, foi analisado a região anatômica atingida pelo acidente (tabela onze).

 

 

Foi encontrada freqüentemente mais de uma região corporal (atingida pelo acidente) por trabalhador. As lesões dos membros superiores foram as mais encontradas (49,7%). SILVA (1988) obteve dados semelhantes (49,5%). Também para MONTEIRO; CARNIO; ALEXANDRE (1987), SANTOS; PELA (1989) e SANTOS et al. (1989), os membros superiores, em especial mão-dedos, foram os mais atingidos.

Na análise do acidente do trabalho é muito importante o estudo do diagnóstico provável ou da natureza clínica da lesão (tabela doze).

 

 

Pesquisas que enfocam o acidente do trabalho em trabalhadores de enfermagem têm demonstrado que a maior freqüência, logo após as lesões perfuro-cortantes, são as referentes ao sistema osteoarticular, destacando-se entre essas as que comprometem a coluna vertebral (SANTOS; PELA, 1989; SANTOS et al. 1989 e SILVA et al. 1995).

Tendo-se perguntado aos trabalhadores sobre se no momento do acidente havia sobrecarga de trabalho, 49% responderam que não e 37% responderam que sim. Os restantes 14% foram acidentes acontecidos extra-hospital.

Os trabalhadores acidentados atribuíram o acidente à fatalidade, ao azar, "tinha qué acontecer" (34%), às condições de trabalho (30%) e à sua própria culpa (14%). Os 22% restantes atribuíram o acidente a outros motivos.

Para 30% dos trabalhadores acidentados, a culpabilidade pelo acidente foi das condições de trabalho. Mesmo quando são conhecidas as más condições de trabalho, inclusive pela existência de outros acidentes anteriores no mesmo local, o trabalhador não questiona a periculosidade a que está exposto. Nesta pesquisa, 6% dos acidentes ocorreram no expurgo da Central de Material Esterilizado. Quando questionada, a trabalhadora respondeu que o acidente foi ocasionado pelo "próprio risco existente no expurgo da Central de Material". Na Psiquiatria, os acidentados foram agredidos pelos pacientes e, quando entrevistados, responderam que isso se deveu ao "próprio risco de trabalhar com paciente psiquiátrico" e "o paciente estava em delírio".

Embora reconhecendo as condições de trabalhocomo causa de seu acidente, os trabalhadores não dão o passo seguinte que seria questionar a organizaçãodo trabalho (hospital) quanto à periculosidade existente e aos motivos que geraram os infortúnios. Estes se apresentam para eles como algo natural, fatal e inevitável.

Quanto às conseqüências do acidente, 55% dos entrevistados afirmaram ainda estar sofrendo um ou mais sintomas físicos ou psíquicos (figura 5).

 

 

O acidente também foi investigado quanto a sua notificação por meio da comunicação de acidente do trabalho - CAT (tabela treze).

 

 

A subnotificação do acidente no hospital campo de estudo deveu-se principalmente a descentralização da notificação pelo campus da UNICAMP Em vários casos, os trabalhadores não sabiam onde notificar o acidente, percorrendo caminhos sempre diversos e muitas vezes interrompendo a notificação em face das dificuldades deparadas em seu percurso.

 

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O acidente do trabalho hospitalar está se tornando cada vez mais uma preocupação para os administradores hospitalares, pois além de gerar prejuízos para a saúde dos trabalhadores envolvidos onera o hospital de diversas maneiras principalmente pelo afastamento do trabalhador de seu posto de trabalho.

No presente estudo após oito meses de coleta de dados encerrada constatou-se:

• Sete trabalhadores ainda em observação por contaminação com perfurocortante;

• Dois trabalhadores em licença-médica, um por contaminação biológica (abscessoem dedo) e outro por acidente de trajeto (politraumatismo com lesão intracraniana);

• Oito trabalhadores em fase de observação ou de diagnóstico já confirmado de doença relacionada com o trabalho (quatro em licença-médica). Destes, cinco casos com diagnóstico de lesão da coluna cervical e três casos de L.E.R./DORT.

Com base nestes resultados, sugere-se:

• Ampliar ações preventivas e coletivas, tornando mínimos os fatores de risco que possam dar origem aos acidentes do trabalho;

• Efetuar campanhas de vacinação para obter o índice cada vez mais elevado de imunizados;

• Resgatar e valorizar o saber acumulado pelos trabalhadores sobre o seu trabalho, sobre os riscos presentes em seu cotidiano e as repercussões dos mesmos sobre sua saúde.

 

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Artigo recebido em 16102/00
Artigo aprovado em 09/03/01

 

 

* Resultados parciais da tese de Doutorado - EEUSP/São Paulo - 1997.